As Lojas Marisa encerraram
suas vendas diretas por causa da crise, concentrando as atenções da empresa em
negócios mais estáveis e maduros, reduzindo custos e contribuindo para a
manutenção da marca num patamar de estabilidade. Estima-se que mais de
5 mil pessoas ficarão desempregadas com o encerramento das vendas
diretas.
Ao que tudo indica, a crise que afeta o
país pode trazer ainda mais consequências negativas nos próximos meses.
Por mais que o governo tente acalmar os
trabalhadores, a preocupação é inevitável, e as taxas de desemprego tendem a
ser crescentes, bem como haverá uma sensível redução no mercado de consumo,
afetando empresários, industriários, comerciantes e a economia de forma geral.
Marisa anuncia Fim das vendas diretas
Costuma-se dizer que a crise atual não
possui precedentes recentes, o que coloca os investidores em posição de retração,
sendo que tal postura é mais do que esperada, e pode ser apenas o início de uma
cadeia de retração.
Seguindo essa fase mais cautelosa da
economia, as pessoas tendem a consumir apenas produtos que se mostrem
extremamente necessários, poupando mais do que gastando, esperando ansiosamente
que essa forte crise financeira passe com maior brevidade possível, permitindo
que o país volte a crescer, ocupar uma posição confortável no cenário mundial,
deixando os brasileiros numa postura menos assombrada.
A rede de lojas Marisa possui
forte atuação no comércio varejista de roupas, que já começou a sentir os
efeitos da crise, com a queda crescente nas vendas, e dificuldades
de negociação interna. Retração e crise nunca são
momentos propícios ou bem vistos, contudo, se bem aproveitados pode ser
sinônimo de lucro, ou ainda manutenção dos parâmetros normais.
Portanto, na atual situação do Brasil,
para os empresários, o importante não é lucrar, efetivamente, mas manter-se no
mercado, com uma economia saudável e pelo menos, pagando as contas.
Enquanto a crise financeira não passar, provavelmente as empresas adotarão
posturas mais conservadoras.