“O chavismo este maduro”, e logo terá o seu fim, nestes sábado milhares
de Venezuelanos foram às ruas atendendo ao pedido do opositor Leopoldo López,
preso desde fevereiro de 2014, sob o lema “Venezuela unida pela mudança”.
De acordo com o partido de esquerda Vontade Popular, que coordenou as
manifestações, houve marchas pacíficas em 32 cidades da Venezuela, sendo a
maior delas na capital do país, Caracas.
Vestidos de branco, os venezuelanos se concentraram para exigir a
libertação de 70 presos políticos, entre eles López e Daniel Ceballos,
ex-prefeito de San Cristóbal, que começaram no sábado uma greve de fome. Os
manifestantes também reivindicam o fim da censura no país, e a fixação de uma
data para as eleições parlamentares, que deverá ter a presença de observadores
da OEA e da União Europeia.
— O regime quer nos distrair com ataques, montagens. Eu juro que vamos
conseguir a democracia — disse a ativista Lilian Tintori, mulher de López e
quem liderou a marcha em Caracas.
Já Patricia Ceballos, mulher de Daniel, e atual prefeita de San
Cristóbal — que esta semana cortou o cabelo em solidariedade ao marido que foi
transferido para uma penitenciária comum — disse que “vai continuar lutando
pelos presos políticos”.
— Daria
minha vida pela de meu marido. Não sinto apenas por ele estar preso, sinto por
toda a Venezuela que está presa — disse Patrícia.
Mitzy Capriles, esposa de Antonio Ledezma, prefeito de Caracas, preso desde
fevereiro, também participou do movimento.
Nos Estados Unidos, houve uma marcha em solidariedade aos venezuelanos,
que reuniu 500 pessoas, em Miami.
É este tipo de governo que o PT tentou implantar no Brasil, usando
alguns poucos programas sociais como pano de fundo Lula tentou dar um golpe cível
só não deu certo pela falta de competência
administrativa do próprio PT que se perdeu pelos caminhos da corrupção e
esqueceu-se de fazer as reformas necessárias para manter a estabilidade econômica.