Foi nas mãos da
juíza Maria Priscilla que o pedido de prisão de Lula foi parar. Na denúncia, os
promotores paulistas alegaram que, “Patente a hipótese de necessidade de prisão
preventiva do denunciado por conveniência da instrução criminal, pois
amplamente provadas suas manobras violentas e de seus apoiadores, com defesa
pública e apoio até mesmo da Presidente da República, medidas que somente tem
por objetivo blindar o denunciado — erigindo-o a patamar de cidadão ‘acima da
lei’, algo inaceitável no Estado Democrático de Direito brasileiro, pois é
inadmissível permitir-se o tumulto do estado normal de trâmite das
investigações e do vindouro processo crime”.
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