A greve na UFBA deve chegar ao
fim nesta terça-feira. De acordo com a diretoria da Apub-Sindicato dos professores
da UFBA, a categoria se reúne em assembleia, às 14 h, na Faculdade de
Arquitetura. ”A avaliação do comando de greve na Bahia é de que chegou o
momento de pensar outra estratégia de luta”. A constatação de que “a conjuntura
econômica nacional ainda demorará muito para ser resolvida”, segundo a
presidente da Apub, Claudia Miranda, tem sido determinante para o fim do
movimento. Os servidores técnico-administrativos da Universidade Federal da
Bahia também aprovaram a saída unificada da greve para esta quarta-feira.
Cláudia
Miranda ressalta que a “decisão pelo fim da greve ainda vai depender da
assembleia dos professores”, mas antecipa que a “orientação da entidade é no
sentido de que o movimento seja encerrado”. A UFBA dispõe de cerca de 2,2
mil professores. O reitor, João Carlos Salles, assegurou que “caso a greve seja
realmente encerrada deverá ser imediatamente discutido um novo calendário de
aulas para a instituição”. Frente à possibilidade de o semestre vir a ser
cancelado, Salles respondeu caber ao “Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e
Extensão da universidade decidir sobre as questões orçamentárias e de
calendário”.
Servidores
aceitar
De acordo com informações da Assufba/Sindicato da categoria, a decisão de
encerrar a greve tomada em assembleia realizada na terça-feira (22), ainda
depende de que o “governo assine o acordo e delibere sobre a situação dos
servidores das demais universidades”. Nova assembleia foi marcada para amanhã,
às 9h, na Faculdade de Arquitetura da UFBA, em Salvador. A proposta do governo
federal para o reajuste salarial, de 10,5%, dividido em duas etapas, foi aceita
pelos servidores, embora o percentual reivindicado fosse de 27,3%. O movimento
foi iniciado no dia 28 de maio e completa hoje 120 dias.
Conforme
Renato Jorge, coordenador-geral da Assufba, “nós não temos ainda a decisão que
foi tomada nas demais universidades federais do país, mas nossa indicação é
pela saída unificada e eu acredito que, devido à conjuntura atual, isso vá
ocorrer. A saída da greve, contudo, depende do governo assinar o acordo que foi
aceito pela categoria e da deliberação dos servidores das outras
universidades.. De maio para cá, a situação econômica e política piorou muito.
Mas se as outras universidades não saírem, não sairemos sozinhos”.
Governo
aceita parcelar
A greve na UFBA deve chegar ao fim nesta
terça-feira. De acordo com a diretoria da Apub-Sindicato dos professores da
UFBA, a categoria se reúne em assembleia, às 14 h, na Faculdade de
Arquitetura. ”A avaliação do comando de greve na Bahia é de que chegou o momento
de pensar outra estratégia de luta”. A constatação de que “a conjuntura
econômica nacional ainda demorará muito para ser resolvida”, segundo a
presidente da Apub, Claudia Miranda, tem sido determinante para o fim do
movimento. Os servidores técnico-administrativos da Universidade Federal da
Bahia também aprovaram a saída unificada da greve para esta quarta-feira.
Cláudia
Miranda ressalta que a “decisão pelo fim da greve ainda vai depender da
assembleia dos professores”, mas antecipa que a “orientação da entidade é no
sentido de que o movimento seja encerrado”. A UFBA dispõe de cerca de 2,2
mil professores. O reitor, João Carlos Salles, assegurou que “caso a greve seja
realmente encerrada deverá ser imediatamente discutido um novo calendário de
aulas para a instituição”. Frente à possibilidade de o semestre vir a ser
cancelado, Salles respondeu caber ao “Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e
Extensão da universidade decidir sobre as questões orçamentárias e de
calendário”.
Servidores
aceitar
De acordo com informações da Assufba/Sindicato da categoria, a decisão de
encerrar a greve tomada em assembleia realizada na terça-feira (22), ainda
depende de que o “governo assine o acordo e delibere sobre a situação dos
servidores das demais universidades”. Nova assembleia foi marcada para amanhã,
às 9h, na Faculdade de Arquitetura da UFBA, em Salvador. A proposta do governo
federal para o reajuste salarial, de 10,5%, dividido em duas etapas, foi aceita
pelos servidores, embora o percentual reivindicado fosse de 27,3%. O movimento
foi iniciado no dia 28 de maio e completa hoje 120 dias.
Conforme
Renato Jorge, coordenador-geral da Assufba, “nós não temos ainda a decisão que
foi tomada nas demais universidades federais do país, mas nossa indicação é
pela saída unificada e eu acredito que, devido à conjuntura atual, isso vá
ocorrer. A saída da greve, contudo, depende do governo assinar o acordo que foi
aceito pela categoria e da deliberação dos servidores das outras
universidades.. De maio para cá, a situação econômica e política piorou muito.
Mas se as outras universidades não saírem, não sairemos sozinhos”.
Governo
aceita parcelar
O Ministério do Planejamento
enviou ofício na última quinta-feira ao Proifes-Federação de Sindicatos
Professores de Instituições Federais de Ensino Superior em resposta à
contraproposta apresentada no dia 31 de agosto. O Ministério aceitou reduzir a
vigência do acordo de quatro para dois anos, entretanto não alterou os índices
de reajuste, que permanecem 5,5% em agosto de 2016 e 5% em janeiro de 2017. Na
contraproposta, o Proifes apontava reajuste de 10% em 2016 e 6% no ano seguinte
como valores mínimos para a negociação.
Em
relação aos benefícios, também estão mantidos os valores da proposta original
do governo, enviada em 28 de agosto: auxilio alimentação (R$ 458,00), saúde
(valor percapita médio R$ 145,00) e pré-escolar (valor percapita médio R$
321,00). A data de implantação desses reajustes permanece janeiro de 2016 e não
imediatamente como pedia o Proifes. Os termos da reestruturação da carreira
também não foram modificados.
Dentre
os pontos do ajuste fiscal divulgado pelo governo, está o Abono de Permanência,
iniciativa que atingirá todos os servidores públicos federais do país. Só na
UFBA, a medida atinge 714 trabalhadores. ”Tem setores que irão parar se
isso for cumprido. Precisamos nos mobilizar quanto a isso, pois esses trabalhadores
trazem consigo toda a experiência da universidade”, declarou Renato Jorge.