Prefeito Júnior Dapé e o Secretário de
Saúde Lúcio França que hoje ocupam os mesmos cargos, teriam desviado 3 milhões
da saúde no 1 mandato em 2006.
Diversos pagamentos
com desvio de finalidade e fraudulentos, sendo que a forma mais “assombrosa” de
desvio ocorreu quando, em menos de um ano, Júnior Dapé e Lúcio França
atribuíram a duas psicólogas, seis fisioterapeutas e algumas enfermeiras o
“exorbitante” número de 605.739 procedimentos, “ultrapassando o número de procedimentos de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro”. Com o
“pagamento” desses procedimentos, afirma Promotor Gontijo, ficou comprovado um
desvio de verba de mais de R$ 2 milhões.
Na ação, o promotor de Justiça relata
que muitas das irregularidades apontadas pela auditoria, como precariedade da
estrutura física da Secretaria Municipal de Saúde e funcionamento do hospital
sem alvará e sem registro no Cremeb, não exigiriam gastos elevados para serem
sanadas, “o que demonstra ainda o desleixo do gestor para com a área da saúde”.
Entretanto, somando-se as quantias desviadas em processos de pagamentos e por
meio de excessos de produção nos setores de psicologia, fisioterapia e
enfermagem, chega-se ao dano de quase R$ 3 milhões.
Fonte: Transparência Itabela